A entrevista – O dia que eu não quis acreditar no que vi!

FELIZ DIA DO TRABALHO, VADIE EM PAZ!

CTPSTempo atrás, (years ago) eu me cadastrei no banco de dados de Currículos de uma empresa de RH aqui de Pedra Enxuta. Sempre mantive meus dados atualizados, mais abaixo vocês irão entender sobre esse pequeno detalhe…

Na semana passada, ligaram em casa agendando um a entrevista para o dia seguinte, até aí tudo bem…

Todo mundo já ouviu falar da lenda urbana de que falta mão de obra qualificada???

Então… pensei, acho que com dez anos de experiência na área eu devo levar alguma vantagem nessa entrevista.

No dia marcado, lá estava eu conforme o combinado. O Problema foi quando a psicóloga começou a me interrogar e me deixou ainda mais confuso sobre o futuro da mão de obra qualificada no mercado de trabalho.

Aqui vão os fatos fatais da entrevista:

1 – Ela perguntou qual era a minha idade? (começou bem a entrevista…)

2 – Qual a idade e o que meus irmãos faziam. (não entendi… deve ser algum beneficio espécie bolsa família)

3 – Nome dos meus pais. (não era mais fácil pedir o meu RG?)

4 – Se eu era casado. (ah é… os casados obedecem a ordens com maior facilidade)

5 – Se eu tinha religião. (será que era o Vaticano ou a Igreja Universal do Reino de Deus que estava contratando?)Pator do trabalho - Aleluia irmão, aleluia!!!

6 – Se eu possuía alguma doença grave. (certo… não sei o porquê, mas era para eu ter respondido que o meu nome não sai da UTI Serasa)

7 – Se eu tinha ensino nível de superior. (isso no Brasil? Hahahahahah, bom… pelo menos era o que constava no banco de dados, a não ser ela tenha usado uma impressão “years ago” de 2003)

8 – Por onde eu trabalhei. (maldita impressão de 2003, se eu soubesse disso, andaria com minha carteira de trabalho enfiada no bolso, tipo o que os crentes fazem com o novo testamento)

9 – O que eu sabia fazer. (ah é.. coitada, a impressão dela era defasada)

10 – Pra finalizar a tortura, ela me perguntou o que eu fazia nas horas vagas. (respondi que fazia entrevistas de emprego)

Resumindo, ela me disse que enviaria as informações para o cliente e ficou por isso mesmo como sempre…

Agora eu me pergunto, o problema da mão de obra qualificada é do contratante ou do futuro contratado? (acredito que se o contratante fosse qualificado, não precisaria de rh…)

Imaginem o nosso país, a mão de obra presidencial é qualificada por quem contratou/elegeu ou o contrário???

Como é a população que escolhe… não preciso dizer mais nada.

É isso aí caros visitantes, são coisas da vida.

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