RESTART – Crianças, Sexo, Drogas e Rock’n’Roll

PEDRA ENXUTA – Música para fãs de RBD!
Calma pessoal, leiam a postagem antes de me criticarem…

Tinky Winky, Dipsy, Laa-Laa and Po, ou seja RESTART by Rick Bonadio. Não importa o rídiculo ou constrangedor que seja, desde que o mercado compre a imagem!

Depois que esses caras vendem a alma para o Rick Bonaevil, muita grana e sucesso surgem meteoricamente, eu quero ver até onde vai essa brincadeira. Daqui a uns trinta anos, algum ex integrante do Restart virá a público para se declarar homossexual, assim com o porto-riquenho Ricky Martin (lembram do grupo MENUDO, então…).

As mulheres irão ficar chocadas, e os homens com aquele sorrisinho maroto irão dizer: “Eu já sabia” Hahahahaha

É claro que o gosto é relativo, mas eu sempre achei o primeiro disco independente, bem melhor do que o primeiro disco produzido por uma grande gravadora. Não, não estou falando exatamente do RESTART, mas podem pegar qualquer trabalho independente, ele é sempre melhor que o próximo (feito pela gravadora). É claro que a produção de um álbum independente não será da mesma qualidade de gravação, mas mesmo assim eu prefiro uma DEMO K7 na originalidade do que escutar um LIXO cheio de caprichos, filtros, arranjos e sei lá o que mais que as gravadoras fazem…

No caso do Bonaevil, ele na maioria das vezes, muda o visual original das bandas para algo mais comercial, aí é isso que acontece, pois o cara interfere até no estilo musical. Bandas que pensavam que faziam Rock, viram bandas de adolescentes Emos. O comércio dita o rítimo, e como a Banda Mexicana RBD foi um sucesso no Brasil, bingo…

No início dos anos 90, era o Sertanejo que dominava o mercado, do meio para o final da década, eram os Grupinhos de Pagode (com vizinhança inteira tocando no palco) e grupos de AXÉ (sempre com dançarinas capas de Playboy).

No início dos anos 2000, foi a vez do Forró Universítário, Micaretas com muito AXÉ, depois veio a onda Calypso com aquele estilo nordestino, o FUNK com suas letras lascivas e mulheres FRUTA (capas de Playboy).

Agora o mercado está pendendo para o Emo ou Sertanejo disfarçado de Rock. Se existe o Sertanejo Universitário, podemos dizer que esse fenômeno EMO é o Rock COLEGIAL (ou Rock VESTIBULINHO). Hahahahahahaha

SEXO, DROGAS AND ROCK’N’ROLL não combinam nem um pouco com crianças… As consequências disso, são menstruação precoce e o aumento do número de mães cada vez mais jovens.

Essa geração de crianças que irão nascer, jamais irão respeitar os pais dentro dos princípios éticos e dos bons costumes. Será um círculo vicioso e sem limites…

Abraços :))

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